Nova edição de decreto mantém brecha para compra de fuzis

Isabel Oliveira
i.oliveira4964@gmail.com

Designer da Universidade Libertária, sócia, amante da liberdade.

O decreto editado dia 30 de setembro por Jair Bolsonaro, manteve a possibilidade de aquisição de alguns tipos de fuzis semiautomáticos por cidadãos comuns. Já existe, inclusive, uma fila de espera de 2 mil clientes para o produto.

Bolsonaro havia proibido, em junho, a venda de armas portáteis (transportadas por uma pessoa e manuseadas com as duas mãos) e não-portáteis (tão pesadas que não podem ser transportadas por uma pessoa) a cidadãos comuns.

Porém na edição desta semana, Bolsonaro revogou a proibição e modificou o texto para evitar fechar essa brecha, liberando a compra de armas mais longas como espingardas e fuzis, com a condição de serem semiautomáticos (já que todas as armas automáticas são de uso restrito), possuam calibres classificados como permitidos e potência até 1.620 joules.

Os procuradores afirmam que também houve uma nova expansão nos limites de munição que podem ser adquiridas. “Em alguns casos, inclusive, sem que haja limite, como ocorre com integrantes dos órgãos de segurança para suas armas institucionais e particulares.”

O decreto também ampliou o porte de armas, porém o mesmo ainda está restrito infelizmente a razão de exercício profissional. Foram incluidos advogados em geral, proprietários de empresas de segurança privada e de tranporte de valores.

Passos curtos, mas pensando positivamente estamos caminhando para a liberdade de posse de armas. Já houve uma grande mudança do pensamento dos brasileiros sobre a questão, quem dirá haver brechas para compra de armamentos? É um retorno da luta pela liberdade!

Fontes: Seu Dinheiro; O Globo.


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