O MITO DA DEFESA NACIONAL | LANÇAMENTO FÍSICO

O Mito da Defesa Nacional!
Hans Hermann Hoppe

Mais uma obra austrolibertária traduzida para o português!!

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100% de garantia !!

O “mito da defesa nacional” ao qual o título do livro se refere é, antes de tudo, o mito de que o estado é essencial e necessário para a proteção e salvaguarda da liberdade e da vida das pessoas. Pelo contrário, o estado é, antes de tudo, um violador disso tudo. Os colaboradores a este livro se empenharam em árdua pesquisa para demonstrar o caráter de mito dessa ideia e como há diversas alternativas melhores que podem se apresentar no futuro, se apresentaram na história e já se apresentam hoje diante de nós. Desvela-se neste volume também as influências e univocidade intelectuais dos colaboradores que, abordando o cerne deste livro de diversos pontos de vista e com as mais diversas referências, jamais deixaram a multiplicidade de perspectivas serem um fator de contradição entre suas respectivas ideias. É uma leitura indispensável para leitores já engajados e, para iniciantes, mais indispensável ainda!

*COMBOS ESPECIAIS!!

*Atenção: Os combos que contém o livro "Bastiat, ainda invicto" serão enviados apenas quando o livro estiver disponível!!

A ideia libertária de sociedade sem estado é apelativa para muitas pessoas mas, embora a ideia seja atraente, ela é frequentemente desconsiderada como utópica. Como poderia uma sociedade anarquista defender a si mesma contra grandes estados centralizados? A defesa, tem sido alegado, não pode ser adequadamente ofertada pelo livre mercado. Isso é o que os economistas chamam de um “bem público”.


Os contribuidores para O Mito da Defesa Nacional discordam desse veredito, em um característico ensaio estimulante, Hans-Hermann Hoppe mostra em detalhe como uma sociedade anarquista lidaria com a proteção. Ele sugere que agências protetivas estariam ligadas a companhias de seguros. Levando a batalha para seus adversários estatistas, Hoppe afirma que Hobbes e seus vários sucessores falharam em mostrar que o estado que eles apoiam é preferível ao estado de natureza.


Walter Block confronta o problema dos bens públicos em diante. Não é verdade, ele diz, que a defesa deve ser ofertada a todos, a principal reivindicação daqueles que levantam a objeção dos bens públicos. Pelo contrário, o mercado tem modos de impedir aqueles que não compram serviços de defesa de receber proteção.


Jeffrey Hummel traz uma perspectiva histórica para o argumento. Dada condições tecnológicas modernas, uma pequena, mas tecnológica força de defesa, do tipo que uma sociedade anarquista poderia prover, poderia repelir invasões dos exércitos em massa levantados pelos estados. Joseph Stromberg volta sua atenção para a história da guerra de guerrilhas para ilustrar a defesa com sucesso sem um exército grande, e Larry Sechrest mostra como forças privadas lideraram as guerras navais.


O livro contém muito mais: por exemplo, o distinto filósofo da ciência Gerard Radnitzky desafia a visão de que as democracias são mais pacíficas que outras formas de governo. Os leitores em busca de uma alternativa profunda aos velhos clichês que dominam o pensamento atual sobre a defesa nacional acharão exatamente o que eles estão procurando nesse excepcional livro.